sábado, 30 de janeiro de 2016

O Iluminado - Stanley Kubrick


Considerado um dos grandes clássicos do terror, O Iluminado (1980) foi dirigido pelo talentoso, excêntrico e polêmico Stanley Kubrick. Ele, que também dirigiu outros clássicos como Laranja Mecânica (1971) e 2001, Uma Odisseia no Espaço (1968), é tido como um dos maiores diretores de todos os tempos (e um dos meus favoritos). Nessa obra, ele mostra de forma marcante como a sanidade de Jack Torrance foi aos poucos sendo tirada pelo hotel Overlook. Nesse post você verá algumas curiosidades, as principais diferenças entre o livro no qual foi baseado e a adaptação cinematográfica (se ainda não leu nosso post sobre o livro, clique aqui) e como bônus, algumas imagens dos bastidores da produção.


Por conta de seu temperamento e rigidez, Kubrick se envolveu em brigas com outras pessoas que participam da produção do longa, como o próprio Stephen King, autor do livro. Ele foi praticamente ignorado pelo diretor, que o considerava um "escritor fraquinho" (se você é fã deve saber que até hoje nada muito legal saiu quando Stephen King tentou participar da produção de adaptações de seus livros). Inclusive, O iluminado virou uma série de TV anos depois, dirigida pelo próprio Stephen King, mas que acabou não fazendo muito sucesso.



 Outra polêmica foi envolvendo Shelley Duvall (Wendy). A atriz sofreu um bocado na mão do diretor, que a fazia repetir cenas muitas e muitas vezes, até ficar exatamente como ele queria. Um exemplo é a cena em que Wendy está na escada, se defendendo de Jack com um taco de baseball. Kubrick a fez repetir MAIS DE CEM VEZES, até a exaustão. Há boatos que em determinada cena ele chegou a arrancar uma mecha de cabelo da moça (!), para que ela ficasse realmente com raiva e estressada, como tinha que parecer. Claro que o resultado ficou incrível.



Apesar de tudo isso (ou talvez por causa disso) esse filme é considerado uma verdadeira obra - prima do cinema. Como todos sabemos, é impossível reproduzir todos os detalhes de um livro em um filme, mas comparado a outras adaptações, O Iluminado de Kubrick cumpre muitíssimo bem o seu papel, mesmo sem a participação direta do escritor. Algumas cenas são exatamente iguais às do livro, como quando Jack e Danny estão conversando no quarto, ainda no início da história. Outras coisas mudam completamente, como o labirinto gigantesco, que sequer existe na obra de Stephen King (o que significa que aquele final do filme, que se passa em parte dentro do labirinto, é um pouco diferente do final original). Alguns outros pequenos detalhes também mudam, mas num aspecto geral, é muito parecido.

Assim como no livro, o filme traz um cenário impossível de existir- a estrutura interna do hotel é confusa e vai mudando ao decorrer da história. Aliás, toda aquela "neve" no labirinto nas cenas finais era na verdade sal! E a única cena do filme em que foram utilizados efeitos especiais é quando Jack está olhando para a miniatura do labirinto e vê Wendy e Danny pequeninhos lá dentro, se mexendo. Claro que com a tecnologia da época, deu um baita trabalho fazer essa cena. 
Todos esses detalhes mostram o quanto Kubrick era minucioso, mesmo com sua pouca cordialidade, fazendo com que suas obras sejam tão bem reconhecidas na história do cinema. 


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Apresentação dos Autores: Felipe

 Olá pessoal,

Sou o Felipe, tenho 17 anos. Amo ler! A leitura na minha vida está presente desde que ganhei o Primeiro Harry Potter. Sou mais que Fã de HP, sou  Potterhead fanático, slytherin sempre, mas também amo Percy sou filho de Hades, narniano, gosto muito do Tolkien e do Stephen King... Na verdade amo ler de tudo!

Nossa! Já ia me esquecendo do George R. R. Martin, As Crônicas de Gelo e Fogo é genial e Game Of Thrones beira a perfeição.

Quando não estou lendo, estou assistindo. Adoro DC e Marvel não tenho predileta. Tento ser antenado nas séries, então tudo de novo que estreia  eu quero assistir. E além de tudo isso quero passar em Medicina...
Ufa! É isso pessoal. Espero que gostem das minhas futuras postagens.

Felipe

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O Iluminado - Stephen King

Se você gosta de suspense, tragédia e horror, provavelmente conhece Stephen King. Com mais de 50 livros publicados, esse autor se consagrou como um dos mais prestigiados dos Estados Unidos. O Iluminado, uma de obras mais conhecidas, é recheada com todos esses elementos. A história é sobre a família Torrance, mas sobretudo, sobre o Overlook Hotel.


Jack Torrance é um homem com problemas. Ele é o pai da família, escritor e ex-professor. Foi demitido depois de ter um acesso de raiva e agredir um aluno com quem teve um desentendimento. Teve uma infância difícil com um pai violento, o que refletiu em sua personalidade. 
Wendy é a esposa de Jack, com quem tem um filho, Danny. Ele é um garoto especial, tem habilidades raras que, a princípio, assustam os pais. Ele tem visões, consegue ler o pensamento das pessoas é extremamente sensitivo. É o personagem que dá nome ao livro (ele é O Iluminado). Normalmente durante suas visões, Danny ficava em estado de convulsão, o que deixava os pais apavorados. Em algumas dessas visões aparecia seu “amigo” Tony, que estava sempre querendo lhe mostrar algo, diretamente ligado à realidade. Outras vezes, Danny tinha visões com a palavra REDRUM.

Depois de Jack passar por uma fase muito difícil relacionada ao alcoolismo, ficar desempregado e não conseguir mais escrever e publicar suas obras, surge uma oportunidade aparentemente imperdível: trabalhar como zelador em um hotel nas montanhas. Trata-se do Overlook Hotel, uma incrível construção com mais de 50 anos de história. Por conta de sua localização, o Overlook fica inacessível em boa parte do ano, no inverno, quando todas as estradas ficam bloqueadas.  
O lugar tem um histórico de mortes violentas (que não são noticiadas) e, apesar de todo o luxo e sofisticação, é envolvido numa áurea macabra e misteriosa. Jack é aceito para o cargo de zelador, o que consiste em passar 5 meses isolado com sua família no hotel, garantindo que tudo funcione bem até a temporada de verão, quando os turistas chegam. 
Alguns dos outros personagens são Ullman, o gerente do hotel, Dick Hallorann, o cozinheiro, Grady, o ex zelador e Al, amigo de Jack. Ao chegarem ao hotel, no último dia da temporada de verão, Danny conhece o Sr. Hallorann, que também é iluminado. Os dois conversam, e pela primeira vez Danny tem um conhecimento melhor sobre seu dom. Hallorann alerta Danny sobre os perigos do Overlook.


Assim que ficam sozinhos, os membros da família Torrance tentam se convencer de que será a oportunidade que precisavam para reestabelecerem a união da família, que passou por tantos problemas. Apesar de não gostar do lugar, Danny acha que é preciso para que os pais sejam felizes novamente, já que um de seus maiores medos é que eles se separem.

Atenção: a partir de agora o texto pode conter spoilers.

Delbert Grady era o zelador do hotel no ano anterior, mas sua estadia terminou em tragédia depois que ele “enlouqueceu”, matou a mulher e as duas filhas e depois se matou. O Overlook faz isso com as pessoas. Cada canto do hotel tem uma história assustadora. No sótão, o ninho de vespas. No terceiro andar, a suíte presidencial na qual houve um assassinato terrível. No segundo andar, o famoso quarto 217. No porão, a caldeira. O elevador, o salão de baile, o restaurante, o jardim com os animais de arbusto, o playground... tudo tem um toque de maldade que aos poucos toma conta de Jack Torrance assim como fez com Delbert Grady e outros que vieram antes dele.
O livro continua contando a vida da família naquele ambiente hostil, com Jack cada vez mais tomado pelo Overlook. Ele estivera sóbrio por um bom tempo, o que acabou sendo muito bom para garantir sua sanidade por mais tempo.


Danny é um menino curioso, e em uma de suas aventuras, foi levado e pegar a chave mestra e visitar o quarto 217, desobedecendo a seu pai e indo contra as recomendações de Dick Hallorann. Esta é uma das partes mais assustadoras do livro, quando Danny encontra a mulher morta na banheira do quarto e esta tenta estrangulá-lo. Também foi atacado num dia em que resolveu ir brincar no playground, quando ficou preso pela neve dentro de um tubo e sentiu a presença de algo lá dentro, junto com ele. Talvez uma criança que morreu naquele lugar. Ele escapou por pouco, assim como em outras vezes. 

Mas o hotel quer Danny, e assim que a neve torna inacessível chegar ou sair de lá, a situação da família Torrance piora. E ainda mais quando Jack, em um de seus acessos de raiva, quebra o rádio, que era a única forma de comunicação deles com o mundo. 


Já no final do livro, quando Wendy passa a acreditar no dom de seu filho, o hotel fica mais forte e, mesmo sem bebida alcoólica de verdade, faz Jack ficar embriagado, convencendo-o de que tem que matar a mulher e o filho. Danny usa sua iluminação para se comunicar com Hallorann, pedindo ajuda. Descobre-se então que a palavra REDRUM quer dizer “murder” (“assassinato” em inglês, ao contrário) e que Tony é na verdade, Danny no futuro.


Jack enlouquece completamente e ataca Wendy, que com a ajuda de Danny consegue fazê-lo desmaiar, e então eles o trancam na dispensa. Tomado de ira, Jack acaba sendo libertado pelo próprio Overlook, que quer fazer com que ele mate a família, especialmente o filho. Os momentos finais da história são com Jack perseguindo Wendy pelo hotel com um taco de roque, e espancando-a quase até a morte. Ele só para de bater nela quando escuta o barulho de um snowmobile, que é Dick Hallorann vindo salvar Danny. Nesse ponto, ele não é mais Jack Torrance, ele é o próprio Overlook em toda a sua maldade e perversão. Depois de bater em Hallorann também, ele passa a perseguir Danny, que está escondido no terceiro andar. 


Mas o filho compreende que aquele não é seu pai, e consegue conversar com a coisa que o estava perseguindo, fazendo-o lembrar que a caldeira, que controlava a pressão e temperatura do hotel, não havia sido calibrada naquele dia. Jack, possuído pelo hotel, corre até o porão, desesperado para chegar a tempo de baixar o nível da caldeira e impedir uma explosão. Enquanto isso, Danny corre até sua mãe e Dick Hallorann e consegue fugir com eles no snowmobile bem a tempo de ver o Overlook explodindo em chamas. 
O final é surpreendente e triste, por conta da morte de Jack. Para o leitor, a morte dele acaba não sendo tão abaladora, já que o personagem foi praticamente transformado em um monstro durante o livro. Mas acabamos fiando tristes por conta de Danny, que perdeu o pai com o qual era tão apegado. 



Se você leu o livro e achou esse resumo um pouco incompleto, é porque a história realmente tem muitos detalhes, e é difícil organizá-los de uma forma compreensível. Trata-se de uma obra espetacular e que inspirou a produção de um dos maiores clássicos do cinema, O Iluminado de Stanley Kubrick.



Apresentação dos Autores: Bruna

Olá meus queridos!!!

   Meu nome é Bruna, mas todos ( ou quase todos) me chamam pelo meu apelido Bruninha (super comum *risos*).

   Tenho dois vícios super básicos em minha vida. Livros e Filmes. Vícios tão básicos que gasto uma pequena fortuna mantendo eles supridos e bem cuidados.
Meu vicio por leitura começou no 2º ano do ensino médio, quando uma amiga me emprestou um livro romântico, daqueles que se compra em bancas de jornal e desde aquele dia, nunca mais parei de ler... Devo ter uma média de 2500 livros lidos em 6 ou 7 anos, mas ainda estou tentando contabilizar corretamente essa quantia.
 
   Meus temas prediletos com certeza são romance e fantasia... ADORO Nora Roberts, Candace Camp, Sylvia Day, assim como também amo Rick Riordan, George Martin ( que quase destruiu meu coração com seu trágico e magnifico Guerra dos Tronos, que infelizmente parei de ler após o fim do primeiro livro... certas mortes são simplesmente inaceitáveis George =/). Também tenho uma certa fissura por magos e bruxos, como dos autores Raymond E. Feist com sua Saga Mago, Trudy Canavan com clã dos magos, Sally Green com a Saga Bad e claro, nossa querida J.K Rowling e seu mundo fantástico de bruxaria, nosso amado Harry Potter, que venho confessar, ainda não li os livros, mas já assisti todos os filmes e já sei (como na maioria das vezes acontece) que os livros são melhores do que os filmes, um dia irei ler todos os livros e quem sabe comentá-los.
   
    E por fim, os filmes. OOOOHHHH SIIIIMMMM, FIILMES!!! Amo de paixão ver um bom filme no cinema, e isso conta, uma boa trilha sonora, fotografia, filmagem, atuação... Tudo o que pode haver em um filme que faça dele algo mais que um filme. Não gosto de romances no cinema, o que é incrível, já que leio tantos romances, maaaaas como filmes... Simplesmente não rola pra mim... Maaas, amo super heróis, então nem preciso dizer que Marvel e Dc comem boa parte do meu dinheiro com seus filmes; amo drama, ação, ficção cientifica (quase chega a ser meu predileto... quase.) e claro, animações, como por exemplo O Pequeno Príncipe, Divertidamente, O bom Dinossauro... Quem disse que animação é apenas para crianças? Se for assim sou uma criança adulta =D.

     E assim finalizo por aqui queridos leitores... Espero não ter entediado vocês e que está breve apresentação possa ter dado a vocês uma visão básica de quem sou e do universo em que habito.

Beijos...

O autor Ross Macdonald

Nome: Kenneth Millar
Pseudônimo: Ross Macdonald
Data de nascimento: 13 de dezembro de 1915
Local de nascimento: Los Gatos, EUA
Ano de falecimento: 1983
Local de falecimento: Santa Bárbara, EUA
Motivo da morte: Vítima do mal de Alzheimer
Esposa: Margaret Millar

Detalhes:

Kenny usou pseudônimo, seu objetivo era não ter seu nome associado à de sua mulher que estava se tornando uma escritora reconhecida.

Macdonald cresceu no Canadá e casou-se com Margaret Sturm. 

Voltou para os Estados Unidos em 1938, e deu início à sua carreira literária publicando contos em revistas.

Estudou na Universidade de Michigan, e durante sua carreira universitária escreveu primeiro romance: The Dark Tunnel, o qual foi publicado em 1944. Sob o pseudônimo John Macdonald. 

Para evitar ser confundido com o escritor John D. Macdonald, ele alterou definitivamente seu pseudônimo para Ross Macdonald. 

Serviu a Segunda Guerra Mundial como oficial de comunicações na marinha.

Em 1951 voltou para Michigan, e concluiu seu pós-doutorado. 

Autor de ficção policial norte-americana, protagonizou o detetive "Lew Archer" em dezoito romances e vários contos.

Foi considerado um herdeiro literário da tradição de Dashiel Hammet e Raymond Chandler.

Análise do personagem Lew Archer

Ler as aventuras de Lew Archer, é sentir uma sensação de firmeza e decisão.

O autor teve um cuidado especial na construção de personagens e elaborou seus perfis psicológicos de maneira fantástica.

Lew Archer é um detetive particular e tem personalidade de homem durão, Inteligente e decidido. Foi apresentado pela primeira vez em 1949 no romance The Moving Target (O Alvo Móvel).

Não percam uma segunda parte onde falei e listarei os livros de Ross Macdonald publicados em ordem cronológica.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Análise: The Vault Show

Estava eu assistindo um vídeo sobre obras cinematográficas de qualidade gravadas em um cenário só e com baixíssimo orçamento, quando me deparo com The Vault Show. Trata-se de uma web série estreada em 2011, que segue os critérios citados acima - foi gravado em um pequeno estúdio, em que poucos objetos mudam de uma cena pra outra e a maioria dos atores são estudantes que toparam participar por portfólio.

A história é sobre um reality show que se passa no ano de 2016, em que estudantes de todo o país (EUA) ficam presos no “cofre” (the vault, em inglês), cada um em uma sala toda branca com apenas alguns objetos aleatórios. O objetivo dos jogadores é desvendar o mistério do cofre, que é um grande quebra-cabeça envolvendo todas as salas, os objetos e as pessoas que estão nelas. É um jogo em equipe, que se concluído com sucesso em uma semana dará aos participantes um grande prêmio em dinheiro.


Em uma das salas há um painel que permite a comunicação entre todos os jogadores. Esse painel é controlado por Henry, chamado de O Operador, que também é um dos participantes. Além da sala do operador, outras também são essenciais para desvendar os códigos necessários pra ganhar o jogo, como a sala dos biscoitos da sorte, a do quadro branco e a do cofre (que é como um cofre de verdade dentro do “cofre” em que estão confinados). Há também as salas “responsáveis” por garantir a sobrevivência e o bem estar dos jogadores e a energia elétrica que permite que se comuniquem com o operador.

Apesar do cenário e enredo simples, The Vault é cheio de detalhes escondidos num roteiro muito bem trabalhado que, juntamente com cenas de suspense (principalmente no final dos episódios), prende o espectador do primeiro ao último capítulo.



ATENÇÃO:
O trecho abaixo contém spoilers. Se você ainda não viu a série e não quer ler spoilers veja em: www.youtube.com/channel/vultshow.

Em determinado momento, é revelado que existe outra equipe, além da comandada por Henry. Essa outra equipe tem salas exatamente iguais à primeira, salvo que alguns detalhes são em vermelho, ao invés de azul. É comandada por um garoto chamado Justin, e, ao contrário da equipe de Henry, nessa tudo parece funcionar perfeitamente. Nenhuma das equipes sabe da existência da outra.

Um exemplo é a sala dos peixes, em que há mais de 100 aquários com peixinhos dourados, mas apenas um pote com pouca comida. O que se deve fazer é deixar os peixes vivos até o fim dos sete dias, o que é impossível com tão pouco alimento. Em ambas as equipes há uma garota nessa sala. A garota da equipe azul tem compaixão e tenta alimentar todos os peixes, e em determinado momento a comida acaba e todos morrem. Já a garota da equipe vermelha escolhe alimentar apenas alguns peixes, salvando-os, sem se importar com os outros que teriam que morrer. Ou seja, o jogo parece mais difícil para os participantes da equipe de Henry, que são toda hora colocados à prova por suas próprias salas.

Além disso, ao decorrer da história vão acontecendo outras coisas que dão ainda mais mistério à trama, como um estranho terremoto seguido de uma explosão, que divide opiniões entre os que acham que foi verdadeiro e os que acham que fazia parte do show.


A ideia inicial foi de dois amigos, os diretores da série, que mesmo com pouquíssimos recursos conseguiram construir uma ótima história em 16 episódios (e mais alguns extras) que podem ser vistos gratuitamente no canal “Vault Show” no YouTube, quase todos com legenda disponível.

Curiosidade: a série é inspirada no filme “O Cubo” de 1997.

Mas atenção, não crie muitas expectativas sobre o final da primeira temporada de The Vault. Muitos compararam inclusive com o final de Lost, por deixar mais perguntas do que respostas. Particularmente eu também esperava mais da conclusão, mas é uma opinião pessoal. Algumas atuações também não são perfeitas, mas o resultado ficou muito bom, com uma produção composta basicamente de jovens. É uma excelente série de ficção, que mesmo se passando quase completamente em um único cenário não se torna monótona em nenhum momento. 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Apresentação dos autores: Elizalon

Sou Elizalon Balieiro um dos membros da equipe do blog.

Sou apaixonado por qualquer tipo de arte.
Meu relacionamento com a leitura, começou quando descobri o quanto é bom sair dessa terra e entrar em histórias e viajar pelos "mundos"  que as páginas dos livros nos levam.
Sou fã de Percy Jackson e amo cada página de seus livros como um verdadeiro filho de Apolo, e da casa Lufa-lufa de Hogwarts.
Gosto de aventuras e das coisas mais simples possíveis e amo a natureza.
Gosto de sentir a vibe de uma vida com adrenalina.
Acredito que o poder da leitura pode curar a alma e a busca pela cultura pode tranquilizá-la.

Apresentação dos autores: Iza Vaz

Meu nome é Iza Vaz.

Sou apaixonada por livros, gosto de fotografias e amo a botânica. 

Ler, me traz a sensação de conhecer algo além da vida real. Me inspira a escrever poesias, me deixa curiosa e me torna mais pensante.

Gosto de mistérios sem romance, que destacam a personalidade dos personagens durante a narrativa.

Prefiro ler histórias de personagens que são mais realistas na sociedade.

Literatura religiosa e satânica nunca me chamaram atenção, exemplo  '' A Cruz e o Punhal'' ,  '' Bom dia Espirito Santo'', ''As Flores do Mal'' entre outros. 

Comecei a ler aos oito anos de idade, influenciada por um colega da classe, quando a biblioteca recebeu novos livros de literatura infanto-juvenil.

Foi exatamente o primeiro livro que me fez virar leitora nas horas vagas. O autor de  ''Estranha Luz No Bosque'' me deixou curiosa desde a primeira página.
Desde lá não parei de ler algum livro. 

Quando entrei na quinta série (atualmente sexto ano), a professora de português cobrou leituras e me senti incentivada a ler. Ao procurar um livro, eu encontrei na biblioteca a revista  ''Seleções'' e naquele ano eu li todas as edições publicadas.
No ano seguinte eu achei uma revista  ''Ciências Hoje'' na caixa de recortes numa aulas de arte. Amei o conteúdo que sobrou e fui até à biblioteca ver se tinha mais nos acervos. Para a minha surpresa, a escola era assinante e eu pude ler todas as revistas publicadas naquele ano.
Na minha sétima série, eu vi sobre poesias nas aulas de português e fiquei fascinada pelo o que Carlos Drummond de Andrade fazia.

Novamente, fui até a biblioteca procurar livros de poesias, e a bibliotecária me ajudou, me indicou um livro da autora Denise Treviso e outro que era trabalho de uma escola que selecionava poesias dos estudantes e publicava em livros.
Li esses dois em um semana e até comecei a fazer a escrever as minhas poesias.
Eu tinha vergonha do que eu escrevia, porque para mim era de expressar em poucas palavras organizadas em linhas curtas.
Mas um dia minha amiga encontrou meu caderno de rascunhos na minha mochila e achou legal. Perguntou de onde eu copiava e respondi que foi eu mesma quem escrevi. E a partir daquele dia, eu comecei a compartilhar com ela o que eu escrevia enquanto ela me contava piadas.
Na oitava série, eu fui à biblioteca da cidade e conheci o livro  ''O Sucesso É Ser Feliz'' de Roberto Shinyashiki. Levei para a casa e amei o conteúdo além de aprender muito com ele.
Então comecei a ler e comprar livros de autoajuda.
Quando entrei no ensino médio conheci pessoas diferentes, que sempre estavam com algum livro na mão na hora do intervalo.
 
E como era ensino médio, as aulas de português era sobre autores dos estilos literários da cultura brasileira. Também tive de ler literatura brasileira obrigada pelos vestibulares e indicados pelos professores.
Infelizmente, foi durante o ensino médio que comecei a abandonar leituras. Eu não consegui gostar da literatura brasileira.
Fiz amizades e comecei a emprestar livros das colegas e me vi obrigada a investir em livros para ter o que emprestar para elas.
Nesse ano eu livros que não gostei como  ''A Cabana''. Mas alguns me surpreenderam, como  os livros de romance e ficção de Augusto Cury.
No segundo ano, eu comecei a me interessar por livros de filosofia. Cheguei a resumir um livro de Freud que era de Psicologia Moderna.
No terceiro ano eu voltei a ler Augusto Cury.

Uma amiga indicou o  ''O diário de Anne Frank'' e  ''A menina que roubava livros'', não consegui ler esses livros. Infelizmente eu abandonei.
Concluí o ensino médio e até hoje leio.
Em 2014 eu li três livros marcantes:
''Viagem ao redor da lua'',
''Superando Desafios''
e  ''À noite o céu é lindo''.
Em 2015 me apaixonei por Ross Macdonald quando li  ''A piscina mortal'', e com a ajuda de um amigo vasculhamos sites e encontremos vários livros desse autor em PDF. Ainda não li todos que encontramos.
Li, gostei e chorei ao ler  ''A culpa é das estrelas'' e  ''O menino do pijama listrado''.
Atualmente estou lendo mais ficção policial.

Apresentação dos autores: Luiza

Bom dia, meu nome é Luiza, e essa é a primeira vez que participo de um blog.

Talvez a falta de segurança seja o meu maior defeito. Sou uma pessoa fácil de “lidar”. Me considero muito paciente e compreensiva, e vou aos poucos vencendo a timidez até me sentir a vontade pra mostrar meu lado comunicativo. 
Minha vida literária se iniciou cedo, ainda criança. Adorava gibis e pequenos livros de histórias. Mesmo meus pais não tendo o hábito, sempre me incentivaram. Vou ser grata pelo resto da vida por isso. Alguns dos primeiros livros que li foi O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, que uma tia me emprestou, e Um tesouro de contos de fadas, de vários autores, que foi meu primeiro livro de verdade e tenho até hoje. Atualmente, leio de tudo! Sou muito eclética. De pequenos contos a sagas inteiras. De romance a ficção científica. Com um apreço especial para livros de mistério, horror e suspense. Alguns dos livros que mais me marcaram foi Laranja Mecânica, de Anthony Burgess, It A Coisa, de Stephen King e a série Artemis Fowl, do escritor irlandês Eoin Colfer.
Sobre música: acho essencial. Cada pedaço da minha vida tem uma trilha sonora própria. Atualmente estou em um relacionamento sério com o indie e o rock alternativo.
Sou uma pessoa de mente livre e aberta, sempre pronta pra um bom debate. Comecei a me interessar por filosofia assim que passei a ter essa matéria no colégio, quando entrei no ensino médio. Para muitos é uma matéria chata e até mesmo ignorada, mas foi muito importante pra mim como pessoa e como estudante. Eu costumava ter uma autoestima baixa (ainda estou trabalhando nisso), por ser muito tímida e “sem graça”, e via a mim mesma como só mais uma pessoinha nesse mundo. Mas aprendi que todas as pessoas tem algo de especial (até as que parecem muito pobres de espírito). 
Me formei no ensino médio no fim de 2015 e decidi (livre e espontânea pressão) esperar mais um ano para começar a faculdade. Pretendo cursar Cinema e Audiovisual, já que outra das minhas paixões são os filmes e séries. Fico feliz por ter certeza do que eu quero, já que a minha vida é sempre cheia de incertezas.

Apresentação do Blog

Muito bom dia a todos,

Estamos iniciando esse novo blog com o objetivo de mostrar e difundir a cultura de leitura em nosso país.

Também abriremos para mostrar um pouco da cultura pop mundial, além de frases de autoria dos autores de nossa equipe e também de autores de diversos gêneros da literatura mundial.

Nessa primeira semana, apresentaremos os autores falando um pouco da vida de cada um e como se iniciaram no mundo da leitura.

Esperamos contar com o apoio de todos os nossos leitores para enriquecer e diversificar cada dia mais o nosso conteúdo.