1ª, 2ª e 3ª temporada- análise
Apesar de se passar no presente,
a série tem todo o clima e charme da época em que Sherlock Holmes foi criado,
no fim do século XIX. Como detetive consultor, Holmes ajuda a polícia
desvendando crimes, muitas vezes sem receber nada por isso, apenas por paixão
pelo que faz. Ele é extremamente observador, e utiliza desse método e de sua
impressionante capacidade dedutiva para solucionar até o mais complexo dos
mistérios.
O episódio piloto vem com título
semelhante ao primeiro livro em que Sherlock Holmes aparece, “Um estudo em
Vermelho” de 1887 (o episódio leva o título de “Um estudo em rosa”). Nele, o médico
e ex-soldado John Watson conhece o detetive quando passa a dividir apartamento
com ele no famoso endereço “Baker Street, 221-B” em Londres. Watson acaba
virando um tipo de fiel escudeiro, ajudando com suas habilidades de médico e
aturando Sherlock em toda sua presunção e, muitas vezes, arrogância.
Mesmo assim, os dois acabam
virando grandes amigos e passam por vários perigos juntos, principalmente
quando um vilão obcecado por Sherlock, Jim Moriarty, começa a usar sua
inteligência de maneiras sórdidas para afetá-lo. Alguns dos outros personagens
são Mycroft Holmes, primeiro ministro da Inglaterra e irmão de Sherlock, Mrs.
Hudson, proprietária do imóvel onde os protagonistas moram, Molly, uma
patologista apaixonada por Sherlock que os ajuda em seu laboratório e alguns policiais, como Greg Lestrade.





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